CRÍTICA - Cowboy Bebop (2021) Netflix

 


Dentro desse mundo de adaptações de animes/mangás não é nenhuma novidade que certas filmes/séries tentam recriar as obras originais, tentam trazer um novo público para conhecer essas obras que podem ser "antigas" para os mais novos. Em certas produções, as adaptações não funcionam de jeito nenhum e em outras dá certo que ficamos até impressionados. Nese caso de Cowboy Bebop, funciona, porém com ressalvas. A estética e a ambientação estão ótimas, os efeitos visuais são ok e na parte de roteiro se perde em alguns episódios. John Cho está bem com Spike, trás algo diferente da animação, com um jeito mais casca grossa e bob em alguns momentos. Mustafa Shakir faz Jet e rouba a cena com seus momentos "paizão" tento com a própria filha, tento com Spike e Faye. Falando nela, Daniella Pineda, traz doçura e sensualidade para ela que nem precisava dessa última. Elena Satine que faz Julia, tenta ser doce, porém sua personagem está perdida na trama e sua função é resumida a nada. Alex Hassell está terrível como Vicious, seu vilão fica caricato, mesmo que tudo seja caricato dentro da série, porém ele destoa de tudo dos outros sendo completamente ridículo. Cowboy Bebop é uma homenagem, tem um respeito, mas eles tentam pegar o que fizeram no anime, vou dizer não foi ruim, mas algumas ressalvas precisam ser ressaltadas, não façam comparação com o anime original.

Nota: 7,5/10

Por: @james.krazy


Criado por: André Nemec

Sinopse: A história se passa no ano de 2071, a série enfoca as aventuras de um grupo desorganizado de caçadores de recompensas perseguindo criminosos em todo o Sistema Solar na nave Bebop.

Elenco: John Cho, Daniella Pineda, Mustafa Shakir

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